Guia das Associações
Criar, gerir e manter viva uma associação em Portugal — explicado para quem faz isto em horas vagas, não para juristas.
Criar, gerir e manter viva uma associação em Portugal — explicado para quem faz isto em horas vagas, não para juristas.
Portugal vive de associações — culturais, recreativas, desportivas, de pais, de moradores — e quase todas funcionam da mesma maneira: meia dúzia de pessoas de boa vontade, eleitas num convívio, a descobrir sozinhas o que é uma ata, um NIPC ou uma candidatura ao IPDJ. A informação existe, mas está espalhada por diplomas, balcões e PDFs institucionais que ninguém tem tempo de ler à noite.
Este site junta-a e traduz. Explicamos como as coisas geralmente funcionam — da criação aos estatutos, dos órgãos ao financiamento, do mínimo fiscal às atividades para sócios — e nunca damos valores, prazos ou programas como certos: mudam, e o sítio onde estão sempre certos é a fonte oficial, do IRN ao Portal das Finanças, do IPDJ à tua câmara municipal.
Um grupo de fundadores e estatutos
A lei civil exige um conteúdo mínimo.
NIPC e obrigações declarativas
À Autoridade Tributária, mesmo sem fins lucrativos.
Atas de tudo o que os órgãos decidem
No livro próprio, feitas na hora.
Contas aprovadas em assembleia geral
Todos os anos, com parecer do conselho fiscal.
Advogado para o caso padrão
Os serviços de criação simplificada cobrem-no.
Fins lucrativos para ter receitas
Quotas e atividades próprias são normais.
Pagar a intermediários
Os formulários das candidaturas públicas são para pessoas normais.
Sofrer com inscrições em papel
Um único ponto de inscrição por atividade resolve quase tudo.
O mínimo que a direção tem de saber para dormir descansada.
Ler o guiaAdvogados, custos, dirigentes pagos e associações paradas.
Ler o guiaEste site explica a regra geral e não substitui aconselhamento jurídico ou contabilístico. Valores, prazos e programas mudam — o teu caso confirma-se sempre na fonte oficial.